O sol nasce sobre Jurerê e os quiosques já estão abertos. Mas algo é diferente este ano: banhistas pedem seus açaís e água de coco sem sair da cadeira de praia, usando apenas o celular. Essa é a realidade que o BeachPay está construindo em Florianópolis, cidade escolhida para o piloto inaugural da plataforma.
Por que Florianópolis?
A capital catarinense é um laboratório perfeito para o BeachPay. Com mais de 40 praias, um turismo robusto o ano inteiro e um ecossistema de quiosques que movimenta milhões de reais por temporada, a cidade oferece tudo o que precisávamos para testar e refinar a escala.
Além disso, Florianópolis tem uma cultura digital forte. O morador local e o turista que visita a ilha já estão acostumados a usar aplicativos para tudo — de transporte a comida. A praia era o próximo passo natural.
As praias do piloto
O piloto começou com três praias estratégicas: Jurerê, Canasvieiras e Ingleses. Cada uma representa um perfil diferente de público e operação, nos permitindo testar diversos cenários.
Em Jurerê, o foco é o turista de alto padrão que espera rapidez e comodidade. Em Canasvieiras, testamos a operação no fluxo intenso de famílias. E nos Ingleses
Em apenas três semanas de operação, os números são animadores: 📈 78% dos pedidos já são feitos pelo celular O piloto segue até o fim do verão, mas os planos de expansão já estão desenhados. Até 2027, queremos levar o BeachPay para praias do Nordeste — Fortaleza, Natal e Porto de Galinhas estão no radar. E o mais importante: ouvir cada vez mais quem faz a praia acontecer. Quiosqueiros, banhistas, prefeituras e marcas. O BeachPay é de todos que vivem o litoral. Se você é quiosqueiro, marca ou prefeitura, vamos conversar.Os resultados que já estamos vendo
⏱️ Tempo médio de espera reduzido em 60%
💰 Ticket médio 35% maior que o balcão
⭐ Satisfação: nota 4.8/5 entre os banhistasO que vem por aí
Quer pedidos digitais na sua praia?